# Trump e o acordo para pôr fim à paralisação mais longa da história
Enquanto o debate sobre tarifas e legalidade econômica domina o cenário nacional, o país também vive os efeitos da mais longa paralisação do governo (shutdown) de sua história. Após cinco semanas de impasse, senadores democratas e republicanos chegaram, na noite deste domingo, a um acordo preliminar para reabrir o governo federal, que impediram a divulgação de dados macroeconômicos importantes, como de inflação e emprego.
Em uma votação preliminar, a primeira de uma série de etapas processuais obrigatórias, o Senado aprovou por 60 votos a 40 o avanço de uma legislação de compromisso que garante o financiamento do governo e prevê uma votação posterior sobre a extensão dos créditos fiscais da Lei de Cuidados Acessíveis (Affordable Care Act), que expiram em 1º de janeiro. A votação final sobre a proposta ainda pode levar alguns dias para ocorrer.
O acordo prevê o financiamento do governo até o final de janeiro, reverte as demissões promovidas durante a paralisação e garante pagamento retroativo aos funcionários afastados. No entanto, o texto não oferece garantias imediatas sobre a prorrogação dos créditos fiscais de saúde, ponto de forte resistência entre democratas.
O líder democrata na Câmara, Hakeem Jeffries, criticou o plano por não proteger os benefícios de saúde das famílias americanas. “Vamos lutar contra o projeto de lei republicano”, afirmou em comunicado, acusando os adversários de permitir que “milhões de americanos vejam seus custos de saúde dispararem”.
## Impactos econômicos crescentes
A paralisação iniciada em 1º de outubro levou à suspensão de centenas de milhares de funcionários federais e afetou programas essenciais, como o Programa de Assistência Nutricional Suplementar (SNAP), que fornece cupons de alimentação a mais de 40 milhões de pessoas. Os fundos do programa expiraram em 1º de novembro, algo inédito em mais de 60 anos.
O secretário do Tesouro, Scott Bessent, alertou que o impacto econômico “só piorará”, com redução de voos ordenada pela Administração Federal de Aviação (FAA) e interrupção de serviços básicos. Estima-se que o prolongamento do impasse possa levar a uma contração no crescimento econômico do país.
Apesar das críticas, Trump demonstrou otimismo ao retornar à Casa Branca. “Estamos muito perto do fim da paralisação… vocês saberão muito em breve”, declarou.
O fim do shutdown, se confirmado, representará não apenas um alívio imediato para milhões de trabalhadores e famílias, mas também um teste político crucial para Trump, que tenta consolidar sua narrativa de prosperidade econômica em meio a uma das crises administrativas mais longas e desgastantes de seu governo.
Enquanto o debate sobre tarifas e legalidade econômica domina o cenário nacional, o país também vive os efeitos da mais longa paralisação do governo (shutdown) de sua história. Após cinco semanas de impasse, senadores democratas e republicanos chegaram, na noite deste domingo, a um acordo preliminar para reabrir o governo federal, que impediram a divulgação de dados macroeconômicos importantes, como de inflação e emprego.
Em uma votação preliminar, a primeira de uma série de etapas processuais obrigatórias, o Senado aprovou por 60 votos a 40 o avanço de uma legislação de compromisso que garante o financiamento do governo e prevê uma votação posterior sobre a extensão dos créditos fiscais da Lei de Cuidados Acessíveis (Affordable Care Act), que expiram em 1º de janeiro. A votação final sobre a proposta ainda pode levar alguns dias para ocorrer.
O acordo prevê o financiamento do governo até o final de janeiro, reverte as demissões promovidas durante a paralisação e garante pagamento retroativo aos funcionários afastados. No entanto, o texto não oferece garantias imediatas sobre a prorrogação dos créditos fiscais de saúde, ponto de forte resistência entre democratas.
O líder democrata na Câmara, Hakeem Jeffries, criticou o plano por não proteger os benefícios de saúde das famílias americanas. “Vamos lutar contra o projeto de lei republicano”, afirmou em comunicado, acusando os adversários de permitir que “milhões de americanos vejam seus custos de saúde dispararem”.
## Impactos econômicos crescentes
A paralisação iniciada em 1º de outubro levou à suspensão de centenas de milhares de funcionários federais e afetou programas essenciais, como o Programa de Assistência Nutricional Suplementar (SNAP), que fornece cupons de alimentação a mais de 40 milhões de pessoas. Os fundos do programa expiraram em 1º de novembro, algo inédito em mais de 60 anos.
O secretário do Tesouro, Scott Bessent, alertou que o impacto econômico “só piorará”, com redução de voos ordenada pela Administração Federal de Aviação (FAA) e interrupção de serviços básicos. Estima-se que o prolongamento do impasse possa levar a uma contração no crescimento econômico do país.
Apesar das críticas, Trump demonstrou otimismo ao retornar à Casa Branca. “Estamos muito perto do fim da paralisação… vocês saberão muito em breve”, declarou.
O fim do shutdown, se confirmado, representará não apenas um alívio imediato para milhões de trabalhadores e famílias, mas também um teste político crucial para Trump, que tenta consolidar sua narrativa de prosperidade econômica em meio a uma das crises administrativas mais longas e desgastantes de seu governo.








































