Árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio não apitará a final da Copa do Mundo entre Argentina e Espanha. A Fifa evita rivalidade histórica entre os países para minimizar desgastes políticos na decisão do torneio.
Wilton Pereira Sampaio, árbitro de Goiás que apitou a partida de abertura da Copa do Mundo 2026, não comandará a final entre Argentina e Espanha neste domingo. A decisão da Fifa busca evitar desgastes políticos e esportivos, considerando a rivalidade histórica entre brasileiros e argentinos.

Embora o regulamento da competição não proíba árbitros da mesma confederação continental (Conmebol) de apitar finais, a entidade internacional optou por uma escolha “neutra” para minimizar possíveis reclamações dos atuais campeões mundiais. A situação contrasta com 1986, quando o brasileiro Romualdo Arppi Filho apitou a final vencida pela Argentina contra a Alemanha.
Wilton agora é favorito para comandar a disputa pelo terceiro lugar entre França e Inglaterra, marcada para sábado em Miami. A decisão será comunicada aos árbitros nesta quinta-feira pelo presidente do Comitê de Árbitros da Fifa, Pierluigi Colina.
O favorito para a final é o iraniano Alireza Faghani, que apitou a final do Mundial de Clubes de 2025 e três jogos nesta Copa. Porém, sua nacionalidade pode ser um obstáculo, considerando as tensões geopolíticas entre Irã e Estados Unidos e a influência política nas decisões da Fifa sob a gestão de Gianni Infantino.
Se Faghani for descartado, o esloveno Slavko Vincic emerge como alternativa. O polonês Szymon Marciniak, que apitou a final de 2022 entre França e Argentina, segue prestigiado, mas nunca um árbitro comandou duas finais da Copa do Mundo.
Destaques do Conhecimento
- Wilton Pereira Sampaio não apitará a final da Copa do Mundo 2026 entre Argentina e Espanha
- A Fifa evita árbitro da Conmebol para minimizar desgastes políticos com a rivalidade Brasil-Argentina
- Wilton é favorito para comandar a disputa pelo terceiro lugar entre França e Inglaterra
- Alireza Faghani (Irã) é o favorito para apitar a final, mas sua nacionalidade pode ser obstáculo
- Slavko Vincic (Eslovênia) é alternativa caso Faghani seja descartado por questões geopolíticas
Fonte original: UOL | Adaptação: Equipe Perus Online




































