Trump admitiu ter ligado para o presidente da Fifa pedindo revisão de cartão vermelho dado a jogador americano. O árbitro brasileiro Raphael Claus foi chamado de “suspeito” pelo presidente dos EUA.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não poupou críticas ao árbitro brasileiro Raphael Claus após a expulsão do jogador americano Folarin Balogun na Copa do Mundo 2026. Em entrevista na Casa Branca, Trump admitiu ter ligado para Gianni Infantino, presidente da Fifa, solicitando revisão da decisão.
“Esse árbitro é um tanto suspeito se você verificar o passado dele”, afirmou Trump, questionando a legitimidade da punição aplicada ao camisa 20 dos Estados Unidos.

O lance ocorreu no jogo contra a Bósnia-Herzegovina, no dia 1º de julho. Balogun pisou no tornozelo do defensor Tarik Muharemovic, e Claus, após revisão do VAR, aplicou o cartão vermelho. Trump alegou que não considerou a falta grave o suficiente para expulsão.
A Fifa posteriormente suspendeu a execução da punição por um período probatório de um ano, permitindo que Balogun jogasse contra a Bélgica nas oitavas de final. Infantino negou que a mudança tenha sido causada pela pressão de Trump, afirmando que os órgãos judiciais da entidade são independentes.
A decisão reacende debates sobre a integridade das competições internacionais. Para quem acompanha futebol em São Paulo, a situação evidencia como pressões políticas podem influenciar decisões técnicas, mesmo em torneios de alcance global.
Destaques do Conhecimento
- Trump admitiu ter ligado para Infantino pedindo revisão do cartão vermelho de Balogun
- O árbitro brasileiro Raphael Claus foi criticado pelo presidente americano como “suspeito”
- A Fifa suspendeu a execução da punição por um ano, liberando Balogun para jogar contra a Bélgica
- Infantino negou que a decisão tenha sido influenciada pela pressão política de Trump
Fonte original: Folha de S.Paulo | Adaptação: Equipe Perus Online





































