A seleção brasileira viveu seu pior momento em décadas neste domingo (5 de julho) ao ser eliminada da Copa do Mundo 2026 pela Noruega, em um resultado que choca toda a nação. O duelo disputado em Nova Jersey, nos Estados Unidos, terminou com vitória norueguesa por 2 a 1, marcando o fim prematuro da jornada verde-amarela no torneio internacional. Este é um dos resultados mais vexaminosos da história do futebol brasileiro, especialmente considerando que desde 1990 a seleção nunca havia caído tão cedo em uma competição mundial.
O atacante Erling Haaland foi o grande protagonista da derrota brasileira, marcando os dois gols que selaram o destino da seleção. Seu primeiro gol saiu de cabeça aos 79 minutos, após um belo cruzamento pela esquerda. Já o segundo, aos 90 minutos, foi um espetáculo de técnica: um chute de fora da área que não deixou chances ao goleiro brasileiro. Com essa performance, Haaland chegou a sete gols na Copa 2026, dividindo a liderança da artilharia com o argentino Lionel Messi.
O Brasil ainda conseguiu diminuir o placar nos acréscimos, com Neymar convertendo um pênalti aos 100 minutos, mas a reação chegou tarde demais para evitar a eliminação. A estatística mais preocupante da partida foi o domínio norueguês: a seleção brasileira registrou apenas 32% de posse de bola, o menor índice em Copas do Mundo. A Noruega trocou praticamente o dobro de passes (581 contra 291), mantendo o controle do jogo durante praticamente toda a partida.
O técnico Carlo Ancelotti reconheceu que o Brasil criou oportunidades, mas não as aproveitou adequadamente. Logo no início do primeiro tempo, aos 12 minutos, o VAR marcou um pênalti para a seleção brasileira, mas Bruno Guimarães desperdiçou a cobrança. Ancelotti justificou a escolha do volante baseado em estatísticas de um ano de cobranças, onde Guimarães estava entre os melhores aproveitadores em campo, atrás apenas de Neymar.
A derrota representa um marco negativo para o futebol brasileiro. Desde 1990, quando caiu para a Argentina também nas oitavas de final, o Brasil não sofria uma eliminação tão precoce. Nas últimas edições de 2018 e 2022, a seleção havia chegado às quartas de final. Além disso, o Brasil mantém um tabu histórico contra a Noruega: em quatro confrontos desde 1998, nunca venceu, com dois empates e duas derrotas.
Apesar da tristeza do momento, Ancelotti já vislumbra o futuro. Com contrato renovado até 2030, o técnico italiano enfatizou que a derrota marca o início de um novo ciclo. A seleção brasileira possui um grupo sólido de jovens talentos e veteranos que podem continuar contribuindo. Amistosos já estão sendo planejados, com a federação australiana anunciando dois jogos para setembro nas cidades de Townsville e Brisbane.
Destaques do Conhecimento
- Haaland marcou 2 gols na partida e chegou a 7 na Copa 2026, dividindo a liderança da artilharia com Messi
- Brasil registrou apenas 32% de posse de bola, o menor índice em Copas do Mundo
- Primeira eliminação nas oitavas desde 1990, quando caiu para a Argentina
- Neymar converteu pênalti nos acréscimos, mas reação chegou tarde demais
- Carlo Ancelotti já planeja novo ciclo com contrato até 2030
Fonte original: ICL Notícias | Adaptação: Perus Online
Caption: Erling Haaland comemora após marcar um de seus gols na vitória da Noruega sobre o Brasil na Copa do Mundo 2026





































