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Sabesp retoma acolhimento de desalojados do Jaguaré após pressão de moradores

Após protesto de 60 famílias desabrigadas pela explosão de 11 de maio, a Sabesp firmou novo acordo na sexta-feira. Hotel foi reaberto e empresa promete definir auxílio-aluguel temporário neste sábado.

Moradores da Zona Oeste que perderam suas casas na explosão ocorrida no Jaguaré conseguiram reverter a situação crítica de desabrigo. A companhia de saneamento retomou o acolhimento em hotel após manifestação que reuniu aproximadamente 60 pessoas na Avenida Presidente Altino, chegando a interditar a via.

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Explosão no Jaguaré deixou dezenas de famílias desabrigadas na Zona Oeste de São Paulo

A ata da reunião de sexta-feira (22) registra que o hotel foi novamente liberado para hospedagem dos desabrigados na noite do mesmo dia. Além disso, neste sábado (23), a Sabesp realizará atendimento das famílias para estruturar um programa de aluguel temporário, com revisão a cada seis meses.

O coordenador da Gerência de Apoio do Governo de São Paulo, coronel Elço Moreira, indicou que unidades de CDHU temporárias podem representar uma solução de médio prazo, enquanto a reconstrução dos imóveis seguiria um cronograma de longo prazo.

A Defensoria Pública e advogados presentes na reunião destacaram a urgência de estabelecer um cronograma para indenizações, além de pagamentos provisórios. A Defensoria também solicitou informações sobre compensações para moradores que tiveram negócios interrompidos, informações que ainda não foram fornecidas pela Sabesp.

A ONG Força e Consciência disponibilizou assessoria jurídica gratuita para auxiliar os afetados na resolução da questão.

Destaques do Conhecimento

  • Sabesp retomou acolhimento em hotel após protesto de 60 famílias desabrigadas
  • Empresa promete definir programa de auxílio-aluguel temporário com revisão semestral
  • CDHU temporária pode ser solução de médio prazo; reconstrução segue cronograma de longo prazo
  • Defensoria Pública cobra cronograma de indenizações e informações sobre compensações a comerciantes
  • ONG Força e Consciência oferece assessoria jurídica gratuita aos afetados

Fonte original: G1 São Paulo | Adaptação: Equipe Perus Online