Jornalista Demori Questiona Cobertura Enviesada da Globo sobre Escândalo do Banco Master
O jornalista Leandro Demori criticou nesta segunda-feira a forma como a emissora Globonews apresentou o caso do Banco Master. Segundo ele, a cobertura usou um “falso equilíbrio” ao misturar nomes de políticos de diferentes espectros ideológicos, criando a impressão de que todos estavam igualmente envolvidos no escândalo.
O que é “falso equilíbrio”? É quando a mídia trata assuntos desiguais como se fossem iguais, apenas para parecer imparcial. No caso do Master, isso significaria colocar lado a lado pessoas com graus muito diferentes de envolvimento no escândalo.
Demori apresentou uma análise reorganizando os nomes mencionados pela Globo com base em investigações reais. Sua conclusão foi clara: a maioria dos envolvidos tem ligações com a direita política. Entre eles estão Tarcísio de Freitas (governador de São Paulo), Flávio Bolsonaro (pré-candidato à Presidência), Ciro Nogueira (senador), Nicolas Ferreira (deputado) e Roberto Campos Neto (ex-presidente do Banco Central).
Do lado da esquerda, Demori mencionou apenas o ex-ministro Guido Mantega como lobista do banco em momentos específicos. “Quando você olha a proporção, não é equilibrado. Está mais para 26 a 2. Isso é matemática, não opinião”, afirmou.
O jornalista também questionou por que nomes como o do presidente Lula foram incluídos na análise da Globo, já que não há base proporcional nos dados para essa associação.
O economista Eduardo Moreira também comentou o caso, afirmando que “todo mundo estava sabendo” sobre os problemas do Banco Master. Segundo ele, quando um banco oferece rentabilidade muito acima do padrão, isso deveria acender alertas. Moreira destacou que a fraude funcionava como uma “engrenagem” envolvendo vários agentes do sistema financeiro.
Moreira também apontou que Roberto Campos Neto não aparecia no PowerPoint da Globo e explicou: “A Globo é sócia do Nubank”, banco onde Campos Neto trabalha.
Ambos criticaram a tentativa de transformar o caso em uma disputa ideológica, quando o importante seria explicar como a fraude funcionou tecnicamente. “Quando você entende o mecanismo, você mesmo chega à conclusão — não precisa de narrativa pronta”, concluiu Moreira.
O jornalista Leandro Demori criticou nesta segunda-feira a forma como a emissora Globonews apresentou o caso do Banco Master. Segundo ele, a cobertura usou um “falso equilíbrio” ao misturar nomes de políticos de diferentes espectros ideológicos, criando a impressão de que todos estavam igualmente envolvidos no escândalo.
O que é “falso equilíbrio”? É quando a mídia trata assuntos desiguais como se fossem iguais, apenas para parecer imparcial. No caso do Master, isso significaria colocar lado a lado pessoas com graus muito diferentes de envolvimento no escândalo.
Demori apresentou uma análise reorganizando os nomes mencionados pela Globo com base em investigações reais. Sua conclusão foi clara: a maioria dos envolvidos tem ligações com a direita política. Entre eles estão Tarcísio de Freitas (governador de São Paulo), Flávio Bolsonaro (pré-candidato à Presidência), Ciro Nogueira (senador), Nicolas Ferreira (deputado) e Roberto Campos Neto (ex-presidente do Banco Central).
Do lado da esquerda, Demori mencionou apenas o ex-ministro Guido Mantega como lobista do banco em momentos específicos. “Quando você olha a proporção, não é equilibrado. Está mais para 26 a 2. Isso é matemática, não opinião”, afirmou.
O jornalista também questionou por que nomes como o do presidente Lula foram incluídos na análise da Globo, já que não há base proporcional nos dados para essa associação.
O economista Eduardo Moreira também comentou o caso, afirmando que “todo mundo estava sabendo” sobre os problemas do Banco Master. Segundo ele, quando um banco oferece rentabilidade muito acima do padrão, isso deveria acender alertas. Moreira destacou que a fraude funcionava como uma “engrenagem” envolvendo vários agentes do sistema financeiro.
Moreira também apontou que Roberto Campos Neto não aparecia no PowerPoint da Globo e explicou: “A Globo é sócia do Nubank”, banco onde Campos Neto trabalha.
Ambos criticaram a tentativa de transformar o caso em uma disputa ideológica, quando o importante seria explicar como a fraude funcionou tecnicamente. “Quando você entende o mecanismo, você mesmo chega à conclusão — não precisa de narrativa pronta”, concluiu Moreira.







































