A Polícia Civil prendeu dois suspeitos pela morte da guarda civil metropolitana Sara Andrade dos Reis, 34 anos, baleada na Rodovia dos Imigrantes em 19 de abril. A operação reuniu DEIC e CERCO em força-tarefa que recuperou a arma e investiga possíveis cúmplices.
O crime ocorreu na Rodovia dos Imigrantes, na altura da alça de acesso ao Viaduto Matheus Torloni, zona sul de São Paulo. A Polícia Militar foi acionada para atender o que parecia ser um acidente de trânsito, mas encontrou Sara caída no asfalto, atingida por pelo menos dois disparos.
Sara saía de casa em Diadema, no ABC Paulista, para ir ao trabalho. Ela estava na corporação há três anos como GCM de 3ª classe, integrante da Inspetoria Regional Jabaquara.
A prisão ocorreu após operação coordenada entre o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) e o Corpo Especial de Repressão ao Crime Organizado (CERCO). O secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, confirmou a recuperação da arma da policial.
O segundo suspeito preso foi reconhecido por outra vítima de roubo ocorrido pouco antes do assassinato. Ele retornou à cena do crime no dia seguinte para intimidar moradores, afirmando ser do crime organizado e pedindo que não divulgassem imagens à polícia.
Segundo o secretário, Sara foi executada apenas porque os criminosos suspeitavam que ela fosse policial. “Ele viu que ela estava armada, que podia ser policial, então executou, decretou a sentença de morte dela ali”, afirmou Nico.
Destaques da Matéria
- Dois suspeitos presos pela morte de GCM em operação coordenada do DEIC e CERCO
- Arma da policial foi recuperada; investigação continua para identificar outros envolvidos
- Suspeito retornou à cena do crime para intimidar testemunhas e se identificar como membro do crime organizado
Conteúdo original: UOL | Adaptação: Perus Online







































