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sábado 7 março 2026 | 10:17

Título: Moraes anula sindicância do CFM sobre saúde de Bolsonaro e agita os bastidores em Brasília

Decisão do ministro do STF aponta “desvio de finalidade” na ação do Conselho e determina que a Polícia Federal ouça o presidente da entidade.

O cenário político e jurídico em Brasília voltou a esquentar nesta semana após uma nova decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado determinou a anulação imediata da sindicância aberta pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que tinha como objetivo investigar a conduta médica e o atendimento prestado ao ex-presidente Jair Bolsonaro nas dependências da Polícia Federal.

Entenda o caso A polêmica teve início após o ex-presidente sofrer uma queda dentro de sua cela na Superintendência da Polícia Federal, onde cumpre pena. Após o incidente, Bolsonaro foi encaminhado ao Hospital DF Star para realização de exames, que descartaram fraturas ou hemorragias graves, apontando apenas um traumatismo craniano leve (“densificação de partes moles”).

Diante do ocorrido, o CFM publicou uma nota expressando “inquietação” com a assistência médica oferecida ao ex-mandatário e determinou a abertura de uma sindicância para apurar se houve negligência ou falta de estrutura adequada no atendimento inicial feito pela equipe da PF.

A reação do STF Alexandre de Moraes reagiu prontamente à iniciativa do conselho. Em sua decisão, o ministro classificou a abertura da sindicância como uma “flagrante ilegalidade” e apontou “desvio de finalidade” na conduta do CFM.

Segundo Moraes, não houve qualquer inércia ou omissão por parte da equipe de saúde da Polícia Federal, que teria agido de forma “correta e competente”. O ministro argumentou que a tentativa do CFM de intervir no caso ultrapassava suas atribuições legais e invadia a competência da custódia policial.

Determinações e repercussão Além de suspender a investigação administrativa, Moraes ordenou duas medidas que elevaram a tensão nos bastidores:

  1. Intimação do Presidente do CFM: O presidente do conselho deverá ser ouvido pela Polícia Federal no prazo de até 10 dias para esclarecer as motivações da nota e da sindicância.
  2. Envio de Prontuários: A direção do Hospital DF Star tem 24 horas para encaminhar ao STF todos os laudos e exames realizados por Bolsonaro.

A decisão gerou forte reação entre aliados do ex-presidente, que classificaram o ato como perseguição política e interferência indevida nas atribuições de um órgão de classe. Já juristas e apoiadores da decisão apontam que o CFM estaria politizando questões técnicas para criar narrativas contra o sistema prisional e a Justiça.

O episódio marca mais um capítulo no longo embate entre o Judiciário e o entorno do ex-presidente, demonstrando que, mesmo detido, a figura de Bolsonaro continua sendo o centro de disputas institucionais no país.


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🚨 URGENTE: Alexandre de Moraes anula sindicância do CFM sobre o atendimento médico a Bolsonaro!

O ministro do STF apontou “desvio de finalidade” na investigação que o Conselho Federal de Medicina pretendia abrir sobre a queda do ex-presidente na prisão. Moraes afirmou que a equipe da PF agiu corretamente e determinou que a Polícia Federal intime o presidente do CFM para prestar depoimento.

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