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sábado 7 março 2026 | 03:02

EUA E ISRAEL ATACAM IRÃ


Em uma ação coordenada, EUA e Israel realizaram ataques contra o Irã. A ofensiva ocorreu horas depois de um encontro em Genebra entre as delegações de Irã e dos EUA fracassar em chegar a um acordo sobre o programa nuclear de Teerã. Fontes diplomáticas apontam que o foco da operação é matar autoridades e oficiais iranianos, na esperança de que haja uma mudança de regime.
Segundo a agência Reuters, vários líderes e comandantes da Guarda Revolucionária Islâmica foram mortos, assim como políticos.
Imediatamente, o gabinete do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khaminei, ordenou que seu país iniciasse uma retaliação com mísseis e drones. Ele, segundo fontes, teria sido levado a um local seguro.
No Bahrein, a base naval dos EUA foi atingida por uma resposta iraniana. Explosões também foram registradas nos Emirados Árabes Unidos e Kuwait, locais de bases americanas. No Catar, um míssel iraniano foi abatido, enquanto o governo americano ordenou que seus cidadãos em toda a região busquem abrigo.
Sobre Jerusalem e Tel Aviv, explosões foram ouvidas.
Vários países fecharam seus espaços aéreo, numa sinalização do potencial risco de que o conflito se torne regional. Quatro ataques aéreos dos EUA ainda atingiram uma área ao sul da capital iraquiana, Bagdá. A área atacada é utilizada pelo Kataib Hezbollah, uma milícia iraquiana aliada ao Irã.
Nas redes sociais, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou que os EUA lançaram “grandes operações de combate” e pediu que o povo iraniano usem a ocasião para tomar o governo. Ele alegou que o Irã “tentou reconstruir seu programa nuclear e continuar desenvolvendo mísseis de longo alcance que agora podem ameaçar nossos bons amigos e aliados na Europa, nossas tropas estacionadas no exterior e que em breve podem atingir o território americano”.
De acordo com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, a operação ocorreu para remover “ameaças existenciais”.
Em Teerã, pelo menos duas ondas de explosões foram registradas na zona da cidade onde ficam os prédios do gabinete presidencial e os escritórios do Conselho de Segurança Nacional. Ataques também foram realizados contra os escritórios do líder supremo e da Assembleia de Especialistas. Cidades como Qom, Tabriz, Kermanshah, Lorestan, Khorramabad e Karaj também registraram explosões.
Além disso, ataques cibernéticos também foram organizados, abalando a internet em todo o país.