A Justiça de São Paulo condenou a PW Education, uma empresa de Pablo Marçal, por práticas de concorrência desleal. A empresa, que é proprietária da Escola Kingdom, um colégio cristão-bilingue em Goiânia, foi acusada de usar indevidamente o nome “Kingdom”, que pertence ao Grupo KKS, dono da Kingdom School em Brasília.
A juíza Larissa Gaspar Tunala determinou que a PW Education pare de usar o nome “Kingdom” e pague uma indenização de R$ 10 mil por danos morais ao Grupo KKS, além de uma compensação por danos materiais, cujo valor será calculado por perícia.
A PW Education, que planeja abrir mais quatro unidades, pode recorrer da decisão. A empresa de Marçal argumenta que usa o nome “Kingdom” desde 2007 e que a concessão da marca ao Grupo KKS foi ilegal. No entanto, o Grupo KKS afirma que a escola de Marçal começou a usar o nome apenas em 2021 e que a associação com Marçal prejudica sua reputação.
Image: 
A juíza Larissa Gaspar Tunala determinou que a PW Education pare de usar o nome “Kingdom” e pague uma indenização de R$ 10 mil por danos morais ao Grupo KKS, além de uma compensação por danos materiais, cujo valor será calculado por perícia.
A PW Education, que planeja abrir mais quatro unidades, pode recorrer da decisão. A empresa de Marçal argumenta que usa o nome “Kingdom” desde 2007 e que a concessão da marca ao Grupo KKS foi ilegal. No entanto, o Grupo KKS afirma que a escola de Marçal começou a usar o nome apenas em 2021 e que a associação com Marçal prejudica sua reputação.
Image: 
